Título grande para um sentimento,
eu sei. Tive essa ideia, referente ao meu diário de fevereiro, durante o banho
ao me recordar de algo que minha mãe disse. Ela chegou até mim e falou: “nossa
Simone, você mudou. Sua cama tá arrumada, o que aconteceu?”
Rir ao perceber que há algumas
semanas eu tentava arrumar minha cama. Percebi que isso é um grande avanço
quando minha filosofia antiga era: meu quarto, minha bagunça, minhas regras.
Mas, trazendo as reflexões desse
mês de fevereiro, algo que ele me trouxe foi a valorização de pequenas coisas.
Está mais consciente do meu dia a dia, não deixar funcionar no automático, ver
o mundo ao meu redor.
O dia realmente tem 24 horas.
Passar tempo com minha família,
ir ao Centro Espírita nos fins de semana, ler, assistir TV ou série, voltar ao
curso, parar tudo que estou fazendo para ouvir aqueles que querem falar, se
tornaram parte importante do meu dia.
Só esse ano li mais de 6 livros.
Tudo bem que estou em casa o tempo todo rs. Agora quero me organizar ainda mais,
me dedicar aos idiomas e ao meu próprio.
Músicas? Só nas playlist de
almoço (e a longa viagem de ônibus até o curso) e o desejo de desapegar de
algumas.
Isso tudo pode parecer besteiras,
mas reflete as mudanças que estão acontecendo por dentro. Há certa
tranquilidade nas minhas reflexões, um ar de agradecimento que não quero
abandonar. Fevereiro só reforça a ideia de que estou onde preciso estar. E por
que não está na melhor forma possível?

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